O papel do ácido hialurônico na articulação
O ácido hialurônico (AH) não é um anti-inflamatório comum: atua de forma mecânica e biológica no líquido sinovial e na matriz extracelular. Em articulações com artrose, o líquido perde viscosidade; o AH injetável funciona como lubrificante e amortecedor, além de modular mediadores inflamatórios.
O Dr. Renan Lederer, na Impacto Radiológico, utiliza viscosuplementação guiada por USG em São Paulo (Jardim America) e Florianópolis (Jurerê), seguindo as recomendações de sociedades como ESCEO, OARSI e protocolos de centros de excelência como o Aspetar. A injeção guiada garante que o produto seja depositado no espaço articular correto, aumentando a efetividade e reduzindo desperdício.
O benefício não se limita ao joelho: quadril, ombro, tornozelo e outras articulações podem ser tratadas quando a indicação for adequada. A escolha do peso molecular (alto, médio ou baixo) e do número de aplicações depende da articulação, do grau de degeneração e da fase clínica — aguda, subaguda ou crônica.
Como o ácido hialurônico age
O mecanismo de ação do AH envolve ligação a receptores celulares (como o CD44) e modulação da matriz extracelular. O efeito é duplo: mecânico (lubrificação, proteção) e biológico (sinalização, remodelamento).
- Princípio ativo: Hialuronato de sódio, polissacarídeo natural presente no líquido sinovial e na matriz extracelular.
- Mecanismo: Ligação a receptores (como CD44) em condrócitos e sinoviócitos; inibição de metaloproteinases e de citocinas pró-inflamatórias; restauração da viscoelasticidade e da hidratação da matriz.
- Indicação principal: Osteoartrite de joelho (e outras articulações) em graus leves a moderados, quando analgésicos e AINEs não foram suficientes.
- Expectativa de efeito: Efeito mecânico (lubrificação) pode ser sentido em pouco tempo; efeito biológico (remodelamento, sinalização) tende a se manifestar em 2 a 4 semanas, com benefício máximo em cenários crônicos entre 6ª e 12ª semana.
Alto vs. baixo peso molecular
O peso molecular do AH define como ele interage com os receptores celulares (como o CD44) e qual efeito predominará: mais mecânico (proteção, lubrificação) ou mais biológico (estímulo ao reparo).
- AH de alto peso molecular (HMW): Ideal para articulações de carga (joelho, quadril); efeito mecânico de "shock absorber"; protocolos de dose única são comuns; efeito condroprotetor por "selar" receptores contra a inflamação.
- AH de baixo/médio peso (LMW/MMW): Penetram mais na sinóvia, estimulam produção de AH endógeno e sinalização celular; frequentemente utilizados em séries (ex.: 3 a 5 aplicações); indicados em fases agudas e subagudas quando se busca estímulo ao reparo.
O Dr. Renan Lederer define o protocolo (substância, peso molecular e número de aplicações) conforme a articulação, a fase da doença e o perfil do paciente, em linha com as diretrizes ESCEO e OARSI.
Viscosuplementação guiada por USG
A guiagem por ultrassom garante que o produto seja depositado no espaço articular correto. Em articulações de difícil acesso (ex.: quadril) ou em pacientes com obesidade, a guiagem por imagem é essencial para a efetividade do procedimento. O Dr. Renan Lederer realiza a injeção sob visão contínua do USG, evitando punção intra-óssea ou extra-articular.
Viscosuplementação com o Dr. Renan Lederer
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