Infiltrações e bloqueios por região

O Dr. Renan Lederer realiza infiltrações e bloqueios guiados por USG ou TC em todas as regiões do aparelho locomotor, na Impacto Radiológico (São Paulo – Jardim America e Florianópolis – Jurerê). O protocolo é definido conforme a fase da lesão (aguda, subaguda ou crônica) e o quadro clínico.

A guiagem por imagem garante que a agulha alcance o alvo correto (articulação, bursa, peritendíneo, espaço perineural), reduzindo risco de punção vascular ou nervosa e aumentando a efetividade. Em cada região abaixo, a escolha da substância (AH LMW, MMW, HMW, Arnica, eventual corticoide) segue o mesmo princípio: fase aguda = controle inflamatório e proteção; subaguda = scaffold e reparo; crônica = lubrificação e manutenção.

O Dr. Renan Lederer prioriza protocolos regenerativos (AH, Arnica) quando indicado e reserva corticoides para situações específicas, em linha com as diretrizes ESCEO, OARSI e centros de referência como o Aspetar. A abordagem da coluna, ombro, cotovelo, quadril, joelho e tornozelo pode ser complementada com fisioterapia e Plano de 12 semanas quando necessário.

Coluna (facetas, epidural caudal/foraminal)

A coluna exige precisão na abordagem intervencionista: facetas, espaço epidural e forames podem ser alvo de bloqueios e infiltrações conforme o diagnóstico. O Dr. Renan Lederer utiliza USG ou TC para guiagem e define o protocolo conforme a fase da lesão.

  • Agudo (radiculopatia, hérnia aguda): Anestésico + corticoide + Arnica para bloqueio de fase e redução de edema perineural.
  • Subagudo (dor discogênica/facetária): AH baixo peso + Arnica + soro fisiológico (viscoindução, modulação via CD44).
  • Crônico (estenose, fibrose): AH médio peso + hidrodissecção de alto volume para manter espaço neural e reduzir aderências.

A abordagem da coluna pode ser complementada com fisioterapia e plano de 12 semanas quando indicado; o Dr. Renan Lederer orienta o retorno à carga e às atividades conforme a evolução.

Ombro (subacromial e intra-articular)

O ombro é uma das regiões mais tratadas na prática MSK: bursite, tendinopatia do manguito e artrose glenoumeral respondem bem a infiltrações guiadas. A guiagem por USG garante que o produto alcance a bursa ou o espaço articular correto.

  • Agudo (bursite, capsulite fase 1): Triancinolona + lidocaína + Arnica para controle inflamatório.
  • Subagudo (tendinopatia do manguito): AH baixo peso + Arnica peritendíneo.
  • Crônico (artrose, impacto): AH alto peso, dose única, viscossuplementação mecânica.

Cotovelo e punho (epicondilites, túnel do carpo)

Epicondilites, tenossinovite de De Quervain e neuropatia compressiva do túnel do carpo são condições frequentes. O protocolo varia conforme a fase: agudo com corticoides em dose baixa quando necessário; subagudo e crônico com AH e Arnica ou hidrodissecção.

  • Agudo (tenossinovite De Quervain): Betametasona em dose baixa + Arnica + lidocaína.
  • Subagudo (epicondilite): AH baixo peso + Arnica (bioestimulação de tenócitos).
  • Crônico (neuropatia compressiva): AH médio peso + hidrodissecção para manter espaço no túnel do carpo ou em outros nervos compressivos.

Quadril (intra-articular, psoas, trocânter)

O quadril exige guiagem precisa para acesso intra-articular ou à bursa trocantérica. A viscossuplementação em coxartrose segue as diretrizes ESCEO e OARSI; em fases agudas e subagudas, AH e Arnica predominam.

  • Agudo (bursite trocantérica): Lidocaína + triancinolona + Arnica.
  • Subagudo (psoíte, labrum leve): AH baixo/médio peso + Arnica.
  • Crônico (coxartrose): AH alto peso ou híbrido, eventualmente associado a PRP conforme indicação e preferência do paciente.

Joelho (intra-articular, tendão patelar)

O joelho é a articulação mais frequente em viscossuplementação. O Dr. Renan Lederer realiza a injeção guiada por USG, garantindo que o AH seja depositado no espaço articular. Em tendinopatia patelar, o protocolo peritendíneo com AH de baixo peso e Arnica é aplicado conforme a fase.

  • Agudo (sinovite com derrame): Artrocentese + triancinolona + Arnica.
  • Subagudo (tendinite patelar, condropatia): AH baixo/médio peso + Arnica.
  • Crônico (artrose grau III–IV): AH alto peso reticulado, dose única, em linha com ESCEO e OARSI.

Tornozelo e pé (Aquiles, fáscia plantar)

Tendinopatia de Aquiles e fascite plantar são condições comuns em corredores e atletas. O protocolo varia conforme a fase: agudo com Arnica e bloqueio quando indicado; subagudo e crônico com AH peritendíneo ou técnicas de hidratação da matriz.

  • Agudo (fascite plantar, entorse): Arnica + lidocaína (bloqueio perineural quando indicado).
  • Subagudo (tendinopatia de Aquiles): AH baixo peso peritendíneo.
  • Crônico (tendinose, fasciose): AH médio peso + técnicas de hidratação da matriz.

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