Protocolo por fase da lesão
A escolha da substância e da técnica na Impacto Radiológico segue a fase da lesão: aguda (0–72 h), subaguda (3–12 semanas) ou crônica (> 3 meses). O Dr. Renan Lederer adapta o protocolo em São Paulo e Florianópolis para cada cenário.
A fase é definida pela combinação de tempo desde o início dos sintomas e de características clínicas e de imagem: edema, sinovite, espessamento tendíneo reativo versus tendinose, grau de degeneração articular. Assim, o mesmo tipo de lesão (ex.: tendinopatia) pode receber AH de baixo peso na fase subaguda e AH de alto peso na fase crônica, com objetivos diferentes em cada caso.
O Dr. Renan Lederer realiza a avaliação clínica e de imagem (incluindo USG dinâmico quando indicado) e define a fase e o protocolo. A decisão considera tempo de evolução, achados de exame e imagem, comorbidades e expectativas do paciente.
Fase aguda (0–72 h)
O objetivo é controlar a inflamação e proteger as células sem bloquear o reparo. Por isso a preferência por AH de baixo peso e Arnica, reservando corticoides para situações em que o edema ou a dor impedem qualquer progressão.
- Foco: Controle de sinovite/inflamação e proteção celular.
- Substância: AH de baixo peso molecular (LMW), não reticulado; alta afinidade a receptores CD44 e RHAMM; redução de metaloproteinases e citocinas.
- Associação: Arnica para bloqueio do NF-κB e redução de edema; anestésico para conforto.
- Indicações: Sinovite aguda, pós-trauma imediato, entorses, lesões musculares grau I/II.
- Expectativa: Redução de edema e dor em 2–5 dias; depois disso, transição para carga progressiva e eventual fase subaguda.
Fase subaguda (3–12 semanas)
Nessa janela o tecido está em remodelação: o AH de baixo ou médio peso atua como scaffold e sinaliza reparo via CD44, enquanto a Arnica modula a inflamação residual. A carga progressiva (isometria, depois excêntrica controlada) potencializa o efeito por mecanotransdução.
- Foco: Organização tecidual, viscoindução e recuperação da homeostase.
- Substância: AH de baixo/médio peso (LMW/MMW); atua como scaffold e estimula substituição de colágeno III por I.
- Associação: Arnica para modulação da fase de reparo.
- Indicações: Tendinopatias reativas, pós-lesão muscular em cicatrização, dor discogênica/facetária.
- Expectativa: Melhora gradual em 7–14 dias; segurança para iniciar ou intensificar fisioterapia.
Fase crônica (> 3 meses)
Na fase crônica predominam degeneração estabelecida (artrose, tendinose) e, em alguns casos, fibrose e estenose. O AH de alto peso oferece lubrificação e proteção condral; em hidrodissecção neural, o AH médio-alto mantém o espaço e reduz aderências.
- Foco: Manutenção mecânica, proteção condral, anti-aderência.
- Substância: AH de alto peso (HMW) para viscossuplementação e lubrificação; em hidrodissecção neural, MMW-HA para manter espaço e reduzir fibrose.
- Indicações: Osteoartrite, tendinose, estenose foraminal, fibrose perineural.
- Expectativa: Início dos benefícios em 2–4 semanas; platô entre 6ª e 12ª semana; em artrose, seguimento conforme ESCEO/OARSI.
Como é definido o protocolo
O Dr. Renan Lederer realiza a avaliação clínica e de imagem (incluindo USG dinâmico quando indicado) e define a fase e o protocolo. A decisão considera tempo de evolução, achados de exame e imagem, comorbidades e expectativas do paciente.
Em São Paulo (Jardim America) e Florianópolis (Jurerê), a Impacto Radiológico oferece atendimento personalizado para cada fase da lesão. Para agendar: WhatsApp (11) 91218-0078.
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