A rizartrose é a artrose da articulação na base do polegar (trapézio-metacarpiana), muito usada em movimentos de pinça e força. Provoca dor ao pinçar, abrir potes, girar a chave e torcer objetos, e é mais comum em mulheres após os 50 anos. A maioria dos casos melhora com órtese, ajuste de atividades e, quando indicado, infiltrações guiadas por imagem. A cirurgia fica reservada aos casos avançados que não respondem ao tratamento conservador.
Tem uma dor que parece pequena, mas atrapalha o dia inteiro: a dor na base do polegar. Ela aparece ao abrir um pote, girar a chave, torcer um pano ou segurar o celular por muito tempo. Quem tem sabe o quanto isso limita gestos que a gente nem percebe que faz.
Essa é a rizartrose, a artrose da articulação na base do polegar. Neste texto explico por que ela dói tanto em coisas simples e o que ajuda a aliviar, quase sempre sem cirurgia.
A articulação mais exigida da mão
A base do polegar (a articulação trapézio-metacarpiana) participa de quase todo movimento de pinça e força. Tanto uso, ao longo dos anos, favorece o desgaste da cartilagem. Por isso a rizartrose é tão comum, principalmente em mulheres a partir dos 50 anos.
Um ponto importante: a intensidade da dor nem sempre combina com o que aparece na imagem. Por isso o tratamento é guiado pelos sintomas e pela função, não só pelo raio-X.
O que ajuda a aliviar
- Órtese para repousar e estabilizar a base do polegar nos períodos de dor.
- Ajuste de atividades e adaptações para reduzir a sobrecarga de pinça.
- Infiltrações guiadas por imagem, quando indicadas, para aliviar a dor com precisão numa articulação pequena.
A articulação na base do polegar é pequena e exige mira: por isso a aplicação entra nas infiltrações guiadas por imagem, região a região. Veja onde atendo.
Se a dor na base do polegar anda limitando a sua mão, saiba que dá para aliviar e recuperar função, na maioria das vezes sem operar. Agende uma avaliação e vamos definir o melhor caminho para o seu caso.